Pr. LAURO CABRAL

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QUARTA PARTE




No decurso da história da Igreja sempre houve aqueles que não amam a sã doutrina. A medida que o fim se aproxima, a situação nesse sentido se tornará pior. Muitos professarão ser cristãos, frequentarão as igrejas evangélicas e mostrarão que "servem a Deus", mas não aceitarão a fé apostólica original da Sagrada Escritura, nem as exigências bíblicas ordenando que o crente separe-se da injustiça.
A autêntica pregação bíblica de um homem de Deus não será aceita por muitos crentes. Os desviados da verdade desejarão sermões que apresentem um evangelho menos exigente. Os tais não aceitarão trechos da Palavra de Deus que tratam de arrependimento, pecado, perdão, necessidade de santidade e de separação do mundo. Esses falsos crentes não quererão pastores segundo os padrões estabelecidos por Deus, mas buscarão os que toleram seus desejos egoístas e mudanos. Escolherão pregadores com dons de oratória, com habilidade de divertir e enganar o povo com uma mensagem que lhes assegure que é possível ser crente e continuar vivendo segundo a carne.

CONCLUSÃO
O objetivo principal da vida do crente é agradar a Deus e promover a sua glória. Devemos honrar a Deus mediante nossa obediência, confiança, oração, fé e lealdade a Ele. Viver para a glória de Deus deve ser uma norma fundamental em nossa vida, o alvo da nossa conduta, e teste das nossas ações.
A fidelidade inabalável do profeta Elias a Deus e ao concerto, fez dele para sempre, um exemplo de fé, destemor e lealdade a Deus, ante a intensa oposição e perseguição, e um exemplo de resoluta persistência em opor-se às falsas religiões e aos falsos profetas. Elias na qualidade de mensageiro de Deus pronunciou uma palavra de juízo da parte de Deus contra a nação rebelde de Israel. Elias era um homem semelhante a nós, contudo, foi um verdadeiro homem de Deus, que não falava para agradar às multidões, mas como um servo fiel a Deus. Assim como Elias foi chamado para mostrar quem é o verdadeiro Deus de Israel, todos os ministros do novo concerto são chamados para defender o Evangelho contra distorções, transigências com o mal e desvio doutrinário.